As perdas totais na distribuição de energia representaram 14% do mercado consumidor em 2018. Essas perdas equivalem ao consumo de energia elétrica das regiões Norte e Centro-Oeste em 2016

Para suprir as perdas de energia em 2018 as distribuidoras compraram 71,6 TWh a um custo aproximado de R$ 188/MWh, o equivalente a mais de R$ 13 bilhões.
Fonte: ANEEL – RELATÓRIO – PERDAS DE ENERGIA NA DISTRIBUIÇÃO – 1/2019

O DESAFIO

Apesar de inerentes à atividade de distribuição de energia elétrica, as perdas técnicas reduzem a receita da distribuidora, reduzem a capacidade de atendimento ao mercado e comprometem a adequação do nível de tensão.

Reduz receita quando não reconhecida no custo de compra de energia

Dificulta a adequação do nível de tensão

Reduz a capacidade de atendimento ao mercado consumidor

Responde lentamente ao investimento prudente aplicado

Atravessa um processo complexo para obter reconhecimento na conta de luz do consumidor

A apuração necessita de grande volume de dados de excelência

Possui razoabilidade de difícil determinação e variável quanto aos hábitos de consumo de energia elétrica e expansão da rede

O total de perdas técnicas em transformadores na EU27 em 2008 foi de 93,4 TWh/ano. Um estudo comprovou a viabilidade técnica-econômica de redução de 16,2 TWh/ano em 2025, o que corresponde a redução de 3,7 mil toneladas/ano de emissões de CO2.”
-Artigo da SP Energy Networks sobre as estratégias do período 2015-2022 para gerenciar perdas técnicas de energia nas redes de distribuição.

Estratégia de Gestão de Perdas

Na estratégia de gestão de perdas devem ser exploradas todas as medidas razoáveis que reduzem as perdas técnicas ou que sustentam a perda técnica regulatória no nível justo.

Acompanhamento contínuo do efeito dos incentivos e glosas regulatórias para garantir a Cobertura Tarifária das perdas técnicas reais.

Implementação de melhorias da eficiência operacional das redes, como:

  • Reconfiguração da topologia das redes MT
  • Redução do fluxo reativo e gestão do perfil da tensão ao longo das redes MT
  • Equilíbrio do fluxo ativo entre as fases das redes BT
  • Redução de perdas em manobras temporárias

Implementação de programas e diretrizes de Planejamento da Expansão, como:

  • Descentralização das transformações AT/MT e ampliação do traçado dos circuitos das linhas de distribuição
  • Adoção de critérios de confiabilidade probabilísticos no planejamento da expansão para otimização dos recursos
  • Penetração controlada de Geração Distribuída sob o viés da conveniência técnica.
  • Gestão das redes BT observando a ampliação da malha de gás canalizado, telhados com placas fotovoltaicas, abastecimentos de veículos elétricos e mudanças de hábitos de consumo devido isolamentos sociais.

Nossa visão estratégica de perdas é:

Considerar todas as medidas razoáveis ​​que podem ser aplicadas na redução de perdas e adotar as medidas que proporcionam benefícios aos consumidores
-Artigo da SP Energy Networks sobre as estratégias do período 2015-2022 para gerenciar perdas técnicas de energia nas redes de distribuição.

A Solução

A abordagem em perdas técnicas deve motivar buscas pelo “estado em que se encontra” e o “estado em que se espera estar”.

Soluçao

A solução passa pela utilização de sistemas de inteligência desde a coleta dos dados até as decisões mais estratégicas, inicia no diagnóstico detalhado, passa pelas diversas simulações de causa-efeito, desmembra efeito técnico e efeito tarifário, prediz a perda técnica esperada (racionável), implementa processos para acompanhar o grau de cobertura tarifária, estimula programas de Planejamento da Manutenção e Expansão e práticas da Operação.

Soluçao

Como escolher a solução certa
Uma solução que forneça análises avançadas e suportem:


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Modelagem da base de dados da distribuidora em sintonia com a prática regulatória

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Capacidade de gerar diagnósticos da qualidade da base de dados com viés no fluxo de potência

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Capacidade de correção pontual e automática das inconsistências que prejudicam as simulações

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Expansão de simulações sem restrições de cálculos em paralelo

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Capacidade de simular as perdas técnicas da forma mais real a qual se possa modelar

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Capacidade de simular as perdas técnicas regulatórias com o mesmo rigor da ANEEL

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Integração direta com o banco de dados, dispensando exportação e importação de arquivos da base

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Adoção completa ao OpenDSS como motor universal de fluxo de potência

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Integração direta entre base de dados e motor de cálculo, dispensando interfaces auxiliares

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Capacidade de edição da base via comandos SQL para possibilitar simulações de causa-efeito

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Elaboração de relatórios padronizados e detalhados

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Proporciona autonomia ao usuário